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O EFEITO CI (Contensão-Indução)

 

"..é posivel captar um teor case intimista dum diálogo entre a inteligência e as pessoas"

 

Daniel López

Cumprindo com uma promesa que lhe tinha feito à Virgem de Luján, de que se um dos seus filhos superaba uma delicada intervenção quirúrgica, o Senhor Norberto Luque saiu da sua casa o dia 31 de Outubro de 1992 com a ideia de percorrer a pe el treito Lobos-Luján (localidades ubicadas na Provincia de Buenos Aires- Argentina).
De madrugada e tendo deixado atrás a localidade de Navarro, caminhaba na escuridade da noite pela velha estrada 41, que a diferença da actual que une Navarro com a cidade de Mercedes, vai directamente à cidade de Luján. Às 3.45 h. aproximadamente, à altura "do campo de Funes", observou à sua esquerda e a 500 metros ou tal vez un pouco mais, entre um espeso monte de árvores e um predio, uma esfera luminosa de cor branco muito intenso; "a esa distancia tinha o tamanho de uma roda de camião", um metro de diámetro aproximadamente. Com certo irrequietismo e perguntando-se que era aquelo, Luque, detivo a sua marcha e olhou mais detenidamente, e notou que os bordes dessa esfera não eram definidos, pero o mais extranho é que tinha uma espécie de pulsación. A seguir o irrequetismo transformou-se em espanto ao ver que desta saiu uma outra, mais pequena, que a uma "velocidade impressionante" começou a aproximarse ao homem por cima do aramagem divisório, perpendicular à rota. "Foi como que saira de atras da outra...da grande...a grande velocidade, é asím que se lhe veia uma espécie de "rabinho"...como uma estela..."- lembrou Luque. Quando a testemunha olhou que se acercaba cara a ela, pensou em deitarse no chão, pois achou que a luz ia a leva-o por diante, no entanto quando esta chegou à altura do aramagem que separaba a estrada do campo, detivo-se. " Tão rápido como vinha se parou... a escasos 10 ou 15 metros", contou Luque. O seu tamanho era un pouco mais grande que o de uma pelota de futebol, e também a pequena tinha uma cor branca intensa e tambiém "piscaba". Presentaba uma "espécie de sombra circular" no seu interior que se moveu cara a um lado e outro até se deter no centro. "Estaba espantado... Meu Deus, que estou a ver!?, Estou a alucinar?. Olhei para cima e vi as estrelas, olhei ao chão mentres me golpeaba a cabeça para saber se realmente estaba consciente. Voltei a olhar o aramagem e ainda estaba a esfera".
Todo transcurría em um silêncio absoluto. "Apos de um segundo pensei: -vou a tratar de ignora-la-; e comecei a caminhar... e para meu espanto ao olhar para atras a esfera movia-se também, sempre sobre a aramagem. E mantendo sempre a mesma distancia e por volta dos 10° por detrás de mím, essa luz me acompanhou por volta de 45 minutos!".
Pero isto não foi todo... "Num momento do caminho, aproximou-se um carro e a luz se "fixo masi pequena", ate que se deixaba de ver. Eu me pare e olhei que uma vez que o carro pasou e a escuridade voltou, a luz apareceu expandindo-se... isto o fixo dois vezes mais, cada vez que pasaba um carro...". "...A essas alturas estaba acostumado a sua companhia. Em outro momento, mentres avanzaba vexo que había uma arvoreda sobre a aramagem e então lhe dixe : Cá não podes pasar!, então quando chegou à arvoreda a luz se comprimiu e quando terminou a arvoreda a luz voltou a aparecer!. "
Em quanto à esfera mais grande, a testemunha pouco e pouco foi-a perdendo à vista, además, a que ficaba mais perto era a que chamaba a sua atenção. E não era para menos!
Finalmente, quando já estaba por amanecer e o ceu apenas comenzaba a iluminar, a esfera fixo a sua última maniobra: "...em determinado momento, a luz me sobrepasou, se adiantou uns 10 ou 15 metros, elevou-se, voltou a baixar e a meia distáncia se comprimiu, e desapareceu."
O caso que exponemos poderia pasar como um dos tantos miles de encontros com esferas luminosas e Ovnis, no entanto resalta um dado importante, e este é o movemento evasivo e de ocultamento do fenómeno cada vez que um ¨terceiro¨, em este caso carros, cruzam o ¨teatro de operações¨ onde se manifesta a anomalia.
A casuística de qualquer investigador de campo anota nos seus arquivos relatos onde os espectadores describem maniobras semelhantes, um deliberado ocultamento do Ovni ante a presença de intrusos ocasionais. É apenas um acaso?

OS TESTEMUNHOS SOLITARIOS
Tem que ser um momento de grande angustia. Pessoas que contemplam o desplazamento de fenómenos inusuales confesam ter procurado outros observadores que compartilhem a su vivencia, infructuosamente, mas quando o azar se pôe do seu lado e um terceiro se ubica no local propicio para ver, a anomalia manifesta uma conducta evasiva inesperada.
Claudio Miszka (C.E.F.U.) que tem percorrido a geografía argentina por mais de 15 anos, manifesta:¨ A primeira vez que fez uma emquisa sobre um caso com este comportamento tive lógicas dúvidas sobre a credibilidade da testemunha. No entanto, ao paso do tempo, vivencias semelhantes apresentaron-se até que me conclui que esta conducta é uma característica mais dos Não Identificados.¨
O isolamento que enmarca à maior parte das experiencias com Ovnis presupôe um marco enigmático onde a testemunha fica solitaria involuntariamente. Os investigadores estão sumando casos onde é inevitavel considerar que algo mais poderoso que o acaso leva a que uma pessoa fique isolada, em um meio apartado onde finalmente vai aparecer o Ovni.
Mais que acaso, as circunstancias propoem uma distância de vilas, cidades e outros observadores que a testemunha resalta tratando de argumentar a causa de porqué outros não tem olhado o mesmo, incluso moviliza a certo cepticismo de parte do investigador; as experiências aludem a marcos tão magníficos, luzes tão esplêndidas, maniobras de tal extensão espacial que causa extranheza não encontrar outros protagonistas. E se sumamos que as vezes os fenómenos foxen de outros observadores em tránsito, o assunto complica-se.
Mas antes de ceder a um juizo de valor, temos que asumir que estamos frente a um fenómeno complexo em case todas as suas facetas e comportamentos. A cena de referência resulta particularmente insistente, as testemunhas, no momento de um encontro, estão sozinhas, ou en grupos muito pequenos, regularmente em zonas pouco poboadas ou pouco transitadas nesse horário; singularidade demasiado reiterada para não considera-la dentro dos padrões ¨universales¨ que dão ao Ovni uma identidade de conjunto.
Carlos Ingaramo é outro dos investigadores que pensa que a estructura resultante na relação Ovni-testemunha repete-se de forma continua como para não considerarla um ¨padrão¨ de conducta: ¨É aceptavel que toda acção que precise da aceptação de uma inteligência ou vontade para entender-la seja tomada "com pinzas", pero também não é lógico deixar à justificação do acaso uns feitos que poderían ser indicios dessa vontade, sobre todo porque o marco em que se desenvolve poderia sustentarse em um modelo de conducta que se repete insistentemente ante nos e entre pessoas sem nenhuma predisposição ao evento. Cómo deternos frente a uma posibilidade como esta e negarnos a explora-la?
Cada vez que a Ovnilogia toma conciência que esta a estudar os efeitos de uma inteligência não humana importam muito as condições não ordinarias em que se apresenta.
¨Debemos ter em conta- di Paco Martínez (Hemisferios) - que eventos como estes nos levam a determinar se a acção do Ovni é gerada por uma vontade. O ocultamento do fenómeno, ou evasão, brincadeiras, etc. não pode concebirse sem um control do seu movemento, sobre todo quando, e isto é frequente, o Ovni, a luz ou anomalía volta a cena uma vez que um presunto intruso se afasta do local. Seguindo uma corrente especulativa podemos considerar dois factos fundamentais. O primeiro é que o fenómeno tem percepção do meio onde actúa, sabe reconhecer a um individuo frente a outros e é capaz de actuar em consequência. O segundo ponto de importância nos leva à posibilidade que houbera qualquer tipo de eleição previa do observador pelo que a acção selectiva demonstrada na evasividade e posterior reaparição indicam uma preferência sobre um espectador que fica isolado, as vezes sem se o propor.¨
Um profundo individualismo caracteriza a toda a actividade de relação testemunha- OVNI e plantea uma série de factos que necesitamos indagar. Ese individualismo, em caso de ser gerado por inteligência alhea à nossa, sugire ao isolamento como marco fundamental para o seu propósito, isto é, que tanto fenómeno como observador convergem em um espaço e tempo predeterminado, uma cena onde se desenvolve a sua interacção. É posivel considerar que uma testemunha é previamente eleita? E se é asim Para qué?
Debemos ter presente que o isolamento e a experiência son factores traumáticos para qualquier pessoa. Nos casos de persecuções a veiculos, por exemplo, onde o homem não abandona o volante, resulta particularmente extranho que mentres o terror lhe invade a mente, o seu control logra superar o estado de conmoção sem producir accidentes. Em qualquer estrada, ainda em pleno dia, uma simples distraição de um chofer pode derivar em uma tragédia, mas quando falamos de casos Ovnis as altas presiones exercidas pela experiência não produz consecuências fatais.
A tal grado de presão facemos referência que vários observadores perden relação com o meio, não lembram ou não teem conciência dos accidentes geográficos nem das variações do caminho, se passam por vilass ou giram curvas fechadas a grande velocidade, no entanto a distraição não influe no controle do veiculo.
Não falamos duma privação sensorial. A conducta dos protagonistas de encontros com Ovnis vem duma resposta biológica, um mecanismo de defendimento que actúa ante um sinal de perigo, no entanto a quantidade de sensações e descripções do momento experimentado semelham não responder a esse mecanismo e dão pe a especular sobre qualquer tipo de irradiação o indução que incide em conductas e respostas humanas frente a estas vivências.
Um marco semelhante é recorrente quando a pessoa esta sozinha e é surpreendida pelo fenómeno sem nenhuma contensão. È de esperar que o impacto e a desesperação resultante do encontro tiveram incidência devastadora sobre a psiquis humana, mas ao contrário, não so se absorbe como uma experiência interessante, muitos passam do asombro e o terror a um estado de paz que descrivem como ¨provinte do Ovni¨, uma voz ou sentimento que aliviana os efeitos do impacto producido pela inesperada presença.
São estas reacções, posivelmente controladas, a causa do isolamento? Procura a inteligência um marco de contenção dúctil e por tanto escolhem às testemunhas e as suas circunstâncias?
Os preconceitos impidem que estudos mais profundos e de conhecemento publico se realizem sobre os protagonistas de encontros. No entanto algumas disciplinas teem intervido mas apenas para determinar posiveis motivos de alucinações ou tendências à fantasia sem aprofundar nos factos como posiveis ¨causas¨ duma presença exterior ao homem.
Os mecanismos psíquicos e físicos em interação durante o deenvolvemento duma experiência poderíam enmarcarse na presença duma anomalia real com vontade própria e com capacidade para influir não so como percepção ordinária, mas também com um efeito inductivo capaz de estabelecer uma relação profunda com a biología e a mente do observador.
Vários mecanismos se podem sugerir a partires desta conducta, que o isolamento procure:
1) um marco ótimo para a observação
2) um marco de contenção para a testemunha

O observador e a Contenção
Não é fácil compreender a natureza dos encontros com Ovnis pois todas as convenções conhecidas não tenhem molde nos registros de casos. Não se trata de meros e casuais encontros, as testemunhas manifestam um comportamento inductivo que as vezes é muito sugestivo.
A inducção aludida apresenta-se quando as pessoas descrivem atitudes e movementos que desembocam no encontro e que, segundo dizem, realizaram "sem pensar". Olhar para cima repentinamente, dar volta a cabeza, ir por um caminho não previsto, deter-se num local involuntariamente, asomarse a uma janela sem desejar-o, são algumas das alusões que tentam descriver o momento previo à observação.
Juan Pablo Gómez, um dos mais tenaces investigadores argentinos reconhece: ¨O marco sugerido so pode percibirse com claridade baixo uma profunda perspectiva sociológica. Em vista que as evidências físicas são para estas experiências case inexistentes (case nunca se encontram probas palpaveis do sucesso) devemos interrogarmos se a actitude do fenómeno pode ser evaluada como intencionada pois esto nos indica, que há que ver a todo o conjunto Ovni não como apenas uma presença física mas também como um síntoma de vontade. Nos encontramos permanentemente con dados e experiências sobre as que não se pode determinar a origem do observado, mas são tan peculiares que, analizadas como conductas, começam a develar a verdadeira identidade do fenómeno que ficaba oculta. È um cámbio de horizonte difícil, sobre tudo nesta época, onde o testemunho volta a cobrar importância extrema pois so o testemunho, a percepção da pessoa, é capaz de indicarmos os eventos que não podem ficar plasmados nem numa pegada nem numa fotografía.¨
O caso dum jovem que mora na localidade de Azul, partido da provincia de Buenos Aires manifesta a observação dum disco voador, no meio da rua, do que saía um misterioso raio de luz compacta e coerente. O particular do facto foi que se deu num horário (as 23 hs.) no que ainda há muito tránsito de gente.
A testemunha, que quere reservar os seus nome, viviu o caso durante a sua adolescência e define a situação como estranha ¨de prontola rua ficou sem gente, houbo um grande silêncio e so parecia estar eu vindo isso¨. A mesma sensação vem a repetir-se num bom número de casos e é lógico considerar as dois alternativas antes mencionadas: ora foi um controlo ejercido pelo Ovni, ora ese ¨manejo¨ so se produjo como estímulo na percepção do observador.
Também o argumento serve para aplicar-lo aos encontros em cujos pontos de desenvolvemento achamos testemunhas e pessoas que compartilhando o mesmo cenário não detectam a presença Ovni, Uma selecção? Um ajuste de "frequencias"?. Esto nos leva a reconsiderar se o que se ve com os olhos existe como um objecto físico integral capaz de alterar a captação de objectos e formas ou pela contra, so resulta um estímulo.
As multiplas variantes nos fala dum mecanismo pelo momento indescifravel, apenas posivel de especular com alternativas não certeras nem comprobadas.
A pesares dos casos colectivos o fenómeno expressa-se com um forte individualismo. A casuística de observações multitudinarias não é comparavel com as outras, pudindo encontrarse casos de testemunhas múltiplas em eventos de esta complexidade que de todos modos estão isolados e sozinhos, como se a mesma observação pudera ser partida em vários casos isolados.
O enigma chega a um ponto que há denúncias de observações em grandes metrópolis onde so se encontra uma testemunha, ¨so um¨ depois de procurar infructuosamente outros testemunhos.

O Símbolo do Individualismo
O individualismo ao que nos estamos a referir obriga à eleição dum momento e um local especial onde o testemunho vive a sua experiência de forma isolada, com poucas probabilidades de encontrar outros espectadores. Esse isolamento pode considerar-se uma mostra clara e deliberada do controlo exercido pela ¨inteligência Ovni¨ sobre a testemunha.
Esto nos leva a considerar não so o conhecemento íntimo da testemunha e o seu meio para conducir-o à experiência, é também exemplo de posiveis mecanismos aplicados a um não menos complexo processo de comunicação. Este se inicia desde o mesmo momento em que se observa um Ovni no ceu e se ramifica na intensidade do seu acercamiento mostrando graus insospeitados de expresão, não nos caminhos tradicionais que o homem espera que se produza una comunicação; mas na mais profunda natureza humana onde todos os humanos são idénticos, sem barreiras nem fronteiras.
¨Percepção, isolamiento, selectividade, indução -diz Ingaramo- podem supor mecanismos aplicados a um processo de acercamento global com a espécie humana. Em nada asemelha-see ao que esperamos que aconteza, mas resulta que nesse "teatro" é posivel captar um teor case intimista dum diálogo entre a inteligência e as pessoas. È compreensivel, se não estamos enganados, o porque há sectores da sociedade humana onde o Ovni provoca rechaço. Estas experiências denotan uma modalidade muito mais importante e de interese universal desde o ponto de vista sociológico: se as testemunhas son eleitas Porque eligem a pessoas comuns e não aos que deveriam ser eleitos pelas suas virtudes ou capacidades segundo as nossas escalas humanas (lideres, religiosos, presidentes, etc.)? Sera este controvertido ponto o que verdadeiramente é rechazado baixo mil formas e excusas?¨
Está claro que o fenómeno, sem os artificios nem a desinformação que trata de moldear a sua natureza extraordinária, torna-se muito conflictivo, e à sua vez apaixoante. A tal punto que a atenção do fenómeno volta os olhos à própria conducta humana. Também esto é feito adrede?
Há que continuar explorando.