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OS
CAÇADORES, CAÇADOS
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"So
pensar que a duração mesma do fenômeno denunciado
extende-se durante mais de 5 horas sobre uma extensão
de estrada de case 380 quilómetros, son suficintes dados
para assombrar"
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Daniel
López
Sem duvida que a experiência
que vamos contar é um
dos casos mais espectaculares dos últimos anos em Argentina pelas
características saintes de todo o episódio, que aconteceu
a três homens o 26 de Agosto do 1996. So pensar que a duração
mesma do fenômeno denunciado extiende-se durante mais de 5 horas
sobre uma extensão de estrada de case 380 quilómetros,
son suficintes dados para assombrar. O difícil é transferir
ao leitor uma experiência tão impressionante que nem os
próprios pesquisadores tene a certeza de ter ilustrado e absorbido
ao completo, porque algumas imagens são únicas e inacreditaveis.
Este é um dos episódios mais complexos, e fixo-se uma
pesquisa também importante e que obrigou a escrutar metro à
metro cada um de esses 380 quilómetros para certificar testemunhos,
e para constatar os mínimos aspectos da vivência. Uma equipa
de 10 pessoas convocadas pelos grupos Hemisferios-C.E.F.U. trabalharam
perante 9 días do mes de maio de 1997 sobre tudo o trajecto dende
a 'estancia La Chaqueña' ate a mesma cidade de Rivadavia (provincia
de Buenos Aires), onde finalizou a experiência. Não podemos
entrar en pormenores exhaustivos nem agobiantes, mas tentaremos fazer
um resumo fel do caso, uma pincelada grosa do increível sucesso
que relevamos no território pampeano.
OS PROTAGONISTAS
Enrique Bernal e Manuel Felipe são moradores da
cidade de Rivadavia, também conhecida como 'Estación América'.
Ambos os dous são afeccionados à caça do javalí
e para practicar-la frequentam os magníficos coutos de caça
do oeste de La Pampa, onde também abondan outras espêcies
animais. Pessoas de muito peso político, empresarial e artístico
de este pais, e ainda doutros extranjeiro tenhem grandes extensões
de território pampeano pelas suas condições excepcionais
para a caça.
Entre um de esses campos esta o de 'La Chaqueña', nome que lhe
tem posto o seu dono.
La Chaqueña dista 30 quilómetros da colónia La
Pastoril, a 5 quilómetros da estrada N°10. Excepto por este
asfalto todos os demais caminhos são de areia que em alguns treitos
requierem de veículos fortes como camionetas 4 X 4. Este é
um território de acceso dificultoso, por isso os caçadores
não baquianos convocan aos avezados guías que os levan
aos melores locais. A imensa maioría destas guías ficam
em mão dos populares desta região. Jorge Sánchez
é morador da cidade de Victorica (70 quilómetros antes
de La Pastoril), e conhece dende há tempo à gente de América
aos que espera em Victorica o 24 de Agosto pela tarde para brindar os
seus serviços e acompaña-los na noite. Estando já
apostados e dentro da protecção de um cabano construido
especialmente para as longas noites de vigilia dos caçadores
(fronte ao cabano ha um bebedeiro artificial onde vão os javalíes
a beber), lhes sobrevem a escuridade com uma temperatura que fácilmente
descende à 10 graus baixo cero. Estão a esperar um javalí...
COMEÇA A EXPERIÊNCIA
São as 11 da noite do Sábado 24 de Agosto. Até
esse momento não se tinham visto porcos selvagens, mas à
dereita se eleva entre os montes de caldenes secos um resplandor vermelho
muito intenso. Os caçadores pensam num fogo próximo (qualquer
incêndio em esta época seca é muito perigoso pois
as chamas se extendem rápidamente sobre os vegetais secos), e
poem atenção porque estar no meio de um incendio forestal
é uma trampa mortal.
No entanto veem que o vento, que vem da mesma direcção
do reflexo vermelho, não trae nem cinzas nem o cheiro próprio
do fogo, tambem não há qualquer barulho, apenas a luz
que segue levantándose como uma cúpula com um centro amarelo.
Sem espera-o, repentinamente a luz apaga-se e tudo volta à normalidade.
Seja o que for, não era fogo. Pode-se destacar que os caçadores
são os melhores espectadores da noite. Prácticamente mimetizam-se
com a paisagem para não alertar a sua pressa, movem-se relativamente
pouco e guardam longos períodos de silêncio. É assim
que são capaces de sentir o caminhar de um insecto entre as folhas,
ou o passo firme de uma pressa à distância.
O caçador conhece as variações da noite, aprende
a reconhecer as estrelas e a sumar-se ao silêncio da estepa. Poucas
vezes desperdicia um disparo ou confunde o passo de um cervo com o dum
javali, por isso discrimina à perfeição, e qualquer
anormalidade resalta do que acostuma a olhar. É por isso que
a seguinte noite não se excluira da mente dos três homens
até a fim das suas vidas.
OS CAÇADORES
CAÇADOS
A noite do domingo 25 de Agosto segue sendo má para a
caça. Bernal, Felipe e Sánchez estão apostados
resignando-se a não levar coisa nenhuma. O frío é
intenso e a jornada da segunda feira lhes convida a pensar na volta
a casa essa mesma noite. Mas a lembranza ainda viva do resplandor sobre
o monte lhe produz inquetude a Bernal, ainda que não o queira
confessar aos seus colegas. Não tinha sido fogo e não
tinha uma outra explicação, excepto... Jorge Sánchez,
acostumado aos relatos sobre ¨luzes maás¨ no mesmo local,
tem preferido pasar por alto o incidente da noche do sábado 24,
no entanto sobre o ceu ha uma estrela muito brilhante e azul celeste,
muito mais grande que o luzero, que a cada um de eles lhe tem alertado,
pero não tanto como para fazer nenhum comentário. Às
11:15 Bernal olha o seu relogio e decide a retirada. Sob as once e meia
já levantaram o campamento e estão montados no carro emprendendo
o regreso. Tenhem por diante vários quilómetros até
Victorica onde pensam fazer a primeira paragem e deixar na sua morada
a Sánchez. Mas esses quilómetros não são
desaproveitados, levam o rifle pronto por si qualquer javalí
se cruza no caminho. Estão marchando por uma estrada estreita
que termina na 'picada' que leva à estrada 10 e é aquí
quando vem diante de eles, o que semelham ser luzes de um outro veículo
com uma luz vermelha semelhante à que utiliza o carro de 'Fauna'
para o controlo da caça furtiva, e decidem guardar a arma.
Oscar está a guiar o camião e olha que a luz aproxima-se,
move-se a um lado do caminho para deixar paso e perante o assombro de
todos, a luminosidade de cores semelha elevarse e girar à esquerda.
Para Bernal não cabem duvidas de que se trata de um OVNI, mas
Felipe resiste-se diante esta possibilidade e segue pensando que é
o carro de Fauna que se elevou sobre algum médano, e que dende
a sua posição não o podem percibir. Seguem o caminho
e a 500 metros a luz reaparece. Oscar Felipe esta decidido a demonstrar
que não é nenhuma coisa extranha e poe marcha rápida
a o veículo.
A pesar que avançam, a luz segue à mesma distância,
mas depois de um treito, e sobre a picada, debem deter-se repentinamente
pois um dos 'gardagandos', que separam umas estancias de outras, está
fechado com um groso candado. Bernal se decata que a luz pasou sem parar,
os três baixam do veículo e olham por onde avançar.
À beira há uma entrada, mas as luzes da sua 'camioneta'
deixam ver um outro feito, não ha pegadas de pneus, ninguem parece
ter passado por la recentemente, então por onde circuló
o 'veículo'?. Este caminho não é o mesmo por onde
tinham cegado a 'La Chaqueña', é um atalho sinalado pelo
dono do campo. Subem o carro e passam pelo costado; ja não se
ve nenhuma luz, ainda que é imposivel que 'Fauna' tenha cruzado
a entrada sem parar. Até então, salvo Bernal, ninguem
emite juizo.
O VEÍCULO...
DE OUTRO MUNDO
Estão por tomar o asfalto da estrada 10 quando Felipe pede que
olhem ás costas porque os médanos impedem ver si um outro
veículo está por pasar no cruze. E o fan sem decatarse
de nada, a noite fechada não mostra mais que quetude, frío
e silêncio. Ingresam na estrada, viram à dereita e depois
uma repentina e intensa luminosidade desde a parte traseira fai pensar
a Felipe num carro moi perto e éste protesta aos outros porque
não lhe tem avisado segundo a sua indicação, mas
nese momento olha as miradas de Sánchez y Bernal cravadas ao
visor traseiro de la cabina. ¨não é uma camioneta¨
diz Bernal, e pede a Felipe que se detenha.
Apos de 150 mts. a camioneta se para, e os três descendem para
olhar um verdadeiro prodigio. A 200 metros, rebasando o cruze de La
Pastoril, e entre un médano que corta e cruza a estrada, esta
detido um objecto elíptico, enorme e fortemente iluminado, ligeiramente
elevado sobre o caminho. É uma luz celeste que lembra à
soldadura eléctrica, e tem um buraco central que despide uma
faixa de luz branco que os ilumina intensamente.
Baixo o corpo principal há dois fileiras de luzes multicolores
que mudam rítmicamente a sua cor, e às costas da elipse
há suspensos no ar, a distintas alturas, mais dois corpos elípticos
mais pequenos que são uma réplica em escala do objecto
grande. A visão é impactante.
O Ovni é de grande tamanho; o relato dos três é
coincidente ao sinalar que os extremos da elipse chegan ao borde dos
médanos as costas da estrada, pelo tanto tem uma longitude que
supera os 50 mts. De pronto o intenso frío da noite se dilue
baixo cálidas ráfagas de ar tibio, e um aroma semelhante
ao do ozono invade o campo. Os caçadores comezam a sentir picor
no pescoço e no rosto, e temem algo que describem ¨como uma
contaminação, posivelmente produzida pelo sistema de navegação
ou propulsores de esa coisa¨. E case sem pensa-lo subem à
camioneta e partem rápidamente. ¨Ao princípio não
tinhamos medo senão emoção, tudo isso nos ultrapassaba.
Quando sentí o cheiro ácido grité instintivamente
- ¡FUXAMOS DE CA!".
A ESCOLTA
A grande massa luminosa eleva-se do seu local na estrada e aproxima-se
ao veículo dos caçadores a menos de 150 mts. Claramente
mostra a intenção de navegar perto da camioneta pois coloca-se
na beira depois do outro. As testemunhas afirmam que houbo momentos
nos que o objecto semelhaba materializar-se e desmaterializar-se para
aparecer em outro lugar. A pouco de sair o Ovni eleva-se e fica parado
à mesma altura que um médano, mas desde dentro da massa
luminosa uma série de luzes surgem ¨como si se tratara de
uma caravana de carros em fila¨, e estas chegan a se por moito perto
da caixa. Instantes depois a luz mais grande volta a absorber às
restantes e faz uma maniobra veloz que a pone, agora, justo frente à
camioneta. ¨Parecía quer demonstrar tudo o que podía
facer porque se mexia em direções distintas em milésimas
de segundo, diante e detrás de nos, iluminándonos com
fazes de luz verde quando passaba por cima de nos. Por momentos viajaba
por cima dos arames, e em outros punha-se diante, no sentido contrário
seguindo nossa mesma velocidade. É uma coisa imposível
de describir, semelhaba brincar com nos.¨
Realizando esta brincadeira de escolta, o Ovni acompana ao veículo
até poucos quilómetros antes de chegar à cidade
de Telén. Felipe faz um esforço enorme por se manter ao
volante, mas está decidido a não parar. Em esses momentos
percebe os focos de um outro veículo que vem desde a estrada
por diante. Faz múltiples senhas para que se detenga, poem a
camioneta a beira do caminho e realizan insistentes piscos mas o outro
veículo não aminora a sua velocidade. ¨vimos que o
Ovni em vez de mostrar-se foi-se como 2.000 mts campo adentro pondo-se
case detrás da camioneta que vinha desde Telén. A camioneta
não paró, e uma vez que nos rebasou, o Ovni começou
a acercar-se outra vez, por isso arrancamos inmediatamente.¨
Já case à altura de Telén o Ovni ascende pela dereita
e se aleja, ficando como un luzero no ceu.
SEM NOVIDADES NO CEU
Ao entrar na cidade de Victorica deixan a Sánchez na porta da
sua morada. Éste insiste em que pasem a noite na sua morada,
e que partan com o sol, mas Bernal e Felipe, visivelmente nerviosos
so pensan em chegar as suas casas.
Antes de sair da cidade cargam combustivel, conversam com o empregado
de 'YPF' sobre o que aconteceu, e este toma por precaução
os nomes e o número da camioneta. Retoman a estrada 10; o objecto
é prácticamente invisivel, so pode observarse uma estrela
fulgurante de cor celeste moito longe.
Os nervios e a emoção são case inconteniveis para
ambos os dois caçadores. Pretendem serenarse mas é inútil,
a experiência é moito poderosa ainda que marchan sem reparos
caminho a 'América'.
A segunda parada acontece na cidade de Castex onde se param a beber
um café e falar com a polícia. As pessoas que viram esa
noite aos caçadores coincidem no estado de nerviosismo que demonstraban.
Em total uma meia dúcia de pessoas dialogaram com eles entre
outra bomba de YPF e o bar da estação de serviço
até que chega a polícia, que eles tinham chamado. Os agentes
Cun y Cuello registram o testemunho, anotam de igual modo os nomes e
os dados de a camioneta, e os acompanham um treito do caminho de regreso.
A viagem restante se realiza sem novidade. A luz já não
é visivel e esto parece deixar tranquilos aos homens, sobre tudo
a Bernal, que tinha chegado a especular que o Ovni podía chegar
a raptar-los e levar-los num outro lugar, num outro pais, como tinha
escutado alguma vez de casos semelhantes.
Por um momento se param a pensar nos seus aspectos desencaixados, nas
suas apariência desalinhada, agravada por un relato increível
que podía levar a pensar a qualquier pessoa que se trataba de
dois tolos dicindo que 'ananinhos verdes' os estaban persiguindo pela
estrada. Para serenarse não fan outra coisa que falar, tratar
de entender o que aconteceu.
Apenas rebasada a 'policía caminera' de González Moreno,
já sobre a provincia de Buenos Aires, Bernal ve à distância
um destelho celeste que lhe é conhecido. O Ovni não tem
desaparecido.
A experiência
mais alucinante
Oscar Felipe nega-se a acreditar que esa luz é o Ovni, e asegura
que debe tratarse dum outro carro, mas quando esta a pensar isto, o
objecto amostra umas luzes surpreendentes. Entre as cores há
uma feixe verdoso que chega a inundar a camioneta.
As mãos de Felipe não soltan o volante, mas Bernal esta
agora como recostado nos seus propios joenlhos, esta murmurando coisas
inaudiveis. O homem trata de estabelecer uma comunicação
telepática, convencido que a inteligência que goberna aquele
objecto esta tentando demonstrar alguma coisa e numa tentativa por ser
escutado diz: ¨por favor, somos gente inofensiva, como ratos de
laboratório, e queremos comunicarmos com vocês de qualquer
modo para saber si nos percebem, para que nos digam de onde veem e que
estão a facer¨, e num emocionante momento Bernal pede que
se o estão a escutar, deixem de iluminar-los com a luz verde,
e ao instante apaga-se.
O Ovni segue diante de eles. Alem ha uma curva de onde veem dois camiões,
e em total controlo da situación o objecto luminoso se aleja
outra vez para não ser observado. Os camiões pasam. A
luz começa a crescer frente a eles.
Bernal tenta probar a validez do seu 'contacto' y volta a pedir que,
si o estão a escutar, voltem a iluminar-los com uma outra luz,
laranja ou bermelha, e ao instante um destelho bermelho invade tuda
a visão e semlha penetrar à cabina sem projectar sombras.
Isto deixa sem palavras e sem tentativas de explicação
a qualquer duvida respeito do que teem diante... Sobre o cruze das estradas
33 e 70, a 5 quilómetros da cidade de 'América', o Ovni
se pon sobre a interseição e lá desplega toda a
sua capacidade luminosa. Centos de luzes multicolores surgem diáfanas
de uma sorte de arco iris que abarca toda a vista. Enmudecidos pelo
imponente espectáculo ficam paralizados : ¨nunca vimos uma
beleza tão impresionante como as luzes que despediu o Ovni frente
a nos, não podíamos ver outra coisa¨. En esse último
instante, e ante a proximidade do objecto, Felipe solta o volante e
se abraça com Bernal murmurando umas poucas palavras: ¨isto
é o fin¨, e penetram na luz. Momentos depois o Ovni semelha
elevarse, e surpreendentemente a camioneta dos caçadores aparece
sobre o caminho de 'América' sem que nenhum dos homens se tenha
decatado de quando se fez a manobra de giro. Ambos tratam de localizar
o Ovni mas éste tinha desaparecido, nese instante Bernal pide
que o contacto não se corte.
UM CASO ÚNICO
Até aquí a experiência resumida de todo o acontecido
entre o 24 e o 26 de Agosto de 1996. Cabe acotar que à chegada
de Bernal e Felipe a 'América' case às 5 da manha, a luz
da cidade estaba cortada, o que em um principio se especulou alguma
conexão à experiência OVNI. A investigação
levada a cabo sobre estos sucesos tem permitido certificar que este
corte de suministro eléctrico esta totalmente isolado da experiência,
e para esto se teem estudado os registros do dia e se pediram os informes
nas cooperativas eléctricas involucradas alem da enquisa ao pessoal
actuante esa noite em todos e cada um dos pontos onde um feito pudera
arrojar luz sobre os acontecementos.
Algo semelhante aconteceu com a estimação de um posivel
teleportagem, sugerida em primeiras instâncias por alguns analistas.
A enquisa profunda e concienzuda também tem permitido certificar
que a corroboração de horários nas paradas onde
ha registros confiaveis de esse dia, mais a medição do
tempo estimado de toda a viagem segundo as dificuldades plantejadas
de cada terreno e treto de estrada, permite afirmar case com certeza
que o tempo total utilizado pelos caçadores para trasladarse
desde La Chaqueña ate América, contando paradas y diálogos,
não dão posibilidade de considerar qualquer tempo perdido.
Um dato de relevo, certificado no Oeste Pampeano, é a série
de observações que se dão na zona da experiência
dos caçadores, que començan umas horas antes da noite
do 25 de agosto e concluen case à mesma hora em que se inicia
o proceso de escolta. Estas observações teem um eijo muito
importante, e é que na maior parte delas as direcções
de fuga dos objectos convergem na região de La Chaqueña,
onde tudo començou.
Estes casos foram registrados em Colonia Árbol Solo, Loventué,
Santa Isabel, Colonia La Pastoril, etc.; que também foram objecto
de equisa. Há indicios para considerar un fenómeno único
ou múltiple, mas perfectamente associado ao caso expuesto. Estas
aristas inesperadas, com relatos que em principio semelhabam não
ter relação, incluso que teem como protagonistas a pessoas
que jamáis souberam do caso dos caçadores, agigantam as
perspectivas da formidavel vivência. Por último nos resta
dizer que o caso em su conjunto é verosímil. A testimunha
dos seus três protagonistas é sólido e sincero dada
a qualidade humana das pessoas, as referências sobre a sua respetabilidade
(son reconhecidos pelos seus vizinhos como pessoas sérias, seguras
e acreditaveis), coisa que também pudemos constatar depois de
compartir longas horas de enquisa e diálogo com eles. Este caso
é já considerado como um dos clásicos da Ufología
argentina.
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